5 riscos que você precisa passar a considerar
- Claiton Olog Fernandez
- 7 de out. de 2025
- 2 min de leitura
O que não é medido não é controlado. Sempre uma crise econômica traz à tona a necessidade das empresas gerenciarem, de forma eficaz, seus riscos, para minimizar as perdas e serem menos vulneráveis às oscilações de mercado. As empresas ainda têm muito a evoluir e a aprender sobre o valor da previsibilidade.
O risco não medido pode atingir, em cheio, o caixa(dinheiro) e o resultado(lucro) da empresa. Riscos mal administrados têm grande probabilidade de gerar custo financeiro, encarecer a operação, tirar eficiência e diminuir as margens, provocando um ciclo de crise que pode não ter saída ou sair a um preço altíssimo.
A maioria das empresas ainda adota o modelo que centraliza sua área de risco unicamente para a esfera financeira. Predomina a gestão de vitrine, sendo avaliados apenas os números e quase nenhum indicador de mercado. O diagnóstico interno é superficial sem considerar o contexto externo e a conjuntura da atividade onde está inserida.
Com um ambiente cada vez mais exigente e globalizado, a gestão de riscos tornou-se essencial para o crescimento sustentável de uma empresa. É preciso compreender que as empresas são organismos vivos, sujeitas a fatores internos e externos que oscilam com frequência.
É importante que a empresa tenha seu programa de gerenciamento de riscos, para que diante de situações ameaçadoras, gestores e demais profissionais saibam como agir e quais recursos utilizar para minimizar ou tratar os riscos.
Termos como governança corporativa, compliance e controles internos, passaram a fazer parte do dia-a-dia das empresas, para evitar ou reduzir, ao máximo, todos os riscos que a envolvem, sendo os mais iminentes:
1. Risco de mercado: decorrente das oscilações de mercado, como mudança na taxa de juros e de câmbio, preços de insumos e mercadorias.
2. Risco operacional: resultante da atividade da empresa, como processos internos, decisões equivocadas, mão de obra e sistemas inadequados.
3. Risco de crédito e liquidez: decorrentes de inadimplência, investimentos e compras de ativos desnecessários ou de forma excessiva.
4. Risco de gestão: resultante de informações distorcidas ou da falta deles sobre o negócio, fazendo com que decisões sejam tomadas equivocadamente.
5. Risco de imagem: decorrente de situações que impactem o nome ou a marca da empresa, denegrindo a sua imagem perante o mercado em geral.
A gestão de riscos está ganhando tratamento cada vez mais diferenciado nas empresas, porque não se trata apenas de prevenir ou eliminar tais riscos, mas sim, também, identificar oportunidades que possam gerar valor.
Reflita sobre isso!



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