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Gestão empresarial em tempos de crise

  • Foto do escritor: Claiton Olog Fernandez
    Claiton Olog Fernandez
  • 7 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

Tenho percebido junto ao mercado uma instabilidade em vários setores. Além da crise econômica do País, existem crises internas nas empresas, oriundas de um modelo de gestão amador com inseguranças.


Administrar uma empresa não é uma tarefa fácil. Em momentos de crise, então, tudo fica ainda mais difícil. Algumas atitudes errôneas tomadas pelos gestores pioram ainda mais a gestão financeira do negócio.


Uma empresa saudável hoje não é garantia de sucesso futuro. Mesmo que tenha liquidez e esteja em franco crescimento, ela não estará a salvo de uma crise. Os gestores devem estar atentos aos sinais e fazer a leitura correta do cenário a sua volta.


Se a crise financeira bateu à porta da sua empresa, mantenha o equilíbrio e tente seguir as orientações sugeridas a seguir:


1. Faça um diagnóstico dos fatores que levaram a sua empresa a estar em crise. Procure identificar quais são os principais gargalos do negócio. Falhas na gestão financeira e no planejamento, posicionamento equivocado no mercado, custos elevados, precificação incorreta de produtos e serviços, são alguns dos problemas mais comuns.


2. Reveja os processos da empresa, como as tarefas estão sendo executadas, se não existem retrabalhos e perdas, verifique a gestão do tempo que implica em perda de produtividade, se não há problemas de atendimento ao cliente, porque pode representar queda na demanda dos serviços e produtos.


3. Analise minuciosamente o fluxo de caixa, compare receitas e seus prazos de recebimentos com os gastos e seus prazos de pagamentos. Aqui você deve garantir a competitividade do seu negócio.


4. Avalie e se for o caso, redefina as metas para curto, médio e longo prazos. Faça isso junto com todas as áreas da empresa.


5. Mantenha a transparência diante da crise. Seja franco com os funcionários e os parceiros de negócio (escritório contábil e jurídico, fornecedores, bancos). Monitore os tributos e se for o caso, os renegocie ou parcele.


6. Se forem necessárias medidas de impacto, analise de forma segura e criteriosa e não espere para agir, para manter o negócio viável.


7. Reveja a prática diária da empresa em todas as suas áreas. Não adianta elaborar estratégias de recuperação se o gestor continuar repetindo os erros do passado.


Mesmo que a sua empresa pareça não estar sendo afetada pela crise financeira, fique atento. Ainda que a crise passe apenas por áreas secundárias do seu negócio, é provável que em algum momento, ela atinja a sua empresa também.


Crise não necessariamente representa o fim de um negócio, pode vir a ser uma grande oportunidade de mudança das pessoas e do modus operandi da empresa.


Reflita sobre isso!


 
 
 

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